the horror fairy tales
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Walace, 16, Brazil.
CREDIT
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Cinderela

Pai, mãe e filha eram felizes, até que a mãe adoeceu. A mesma pediu para a sua filha plantar uma árvore em seu túmulo, e disse que tudo que a garota precisa-se podia balançar a árvore, e ela conseguiria. Assim fez afilha, após o falecimento da sua mãe, plantou uma pequena árvore no túmulo.

Seu pai não perdeu tempo, tratou de procurar uma nova esposa. 

A madrasta da menina já tinha duas filhas, que apelidaram a garota de Cinderela.

Cinderela vivia como escrava para a madrasta e suas duas filhas. 

Certo dia, o príncipe daquele pequeno vilarejo estava a procura de uma esposa, então o rei decidiu fazer 3 bailes.

No primeiro baile, Cinderela foi obrigada a arrumar as duas irmãos e não pôde ir. No dia seguinte, as duas fizeram questão de contar toda a festa para a moça, que ficou olhando tudo da pequena janela da casa.

No segundo baile, Cinderela foi obrigada a separar sementes, mas dessa vez, alguns pássaros a ajudaram, e assim que terminaram, ordenaram a mesma a ir na pequena árvore que estava no túmulo da sua mãe e sacudi-la. Assim fez Cinderela, e da árvore, surgiu um belo vestido prata com acessórios. Mas ela tinha que voltar antes da meia-noite. Ela voltou pra casa e encontrou uma carruagem com serventes e cavalos para levá-la ao baile. Assim que dançou com ela o príncipe percebeu que ela seria sua esposa. Antes da meia-noite ela retornou para casa.

No dia seguinte as irmãs contaram sobre a misteriosa princesa que dançou com o príncipe. E na mesma noite haveria o terceiro baile. Cinderela teve que ficar separando ervilhas e novamente os pássaros a ajudaram e ela chacoalhou a árvore de sua mãe.

Dessa vez, Cinderela ganhou um vestido dourado com pedras preciosas e sapatilhas feitas de ouro. O príncipe já a esperava na escadaria e dessa vez fez muitas perguntas à seu respeito. Cinderela quase perdeu o horário e teve que sair correndo, perdeu um dos sapatinhos e ainda perdeu a carona, ficando no meio da rua com suas roupas velhas.
O príncipe não a viu, mas encontrou seu sapatinho de ouro e proclamou que se casaria com a pessoa cujo pé coubesse nele. Chegou a vez das irmãs experimentarem. A madrasta as chamou e disse que se o sapatinho não coubesse, elas deveriam usar uma faca e cortar um pedaço de seus pés. A irmã mais velha experimentou e não serviu, então cortou seu calcanhar e o sapatinho serviu. O príncipe já estava levando ela para o castelo quando os pássaros amigos de Cinderela cantaram dizendo que tinha sangue no sapato. O príncipe viu e levou a impostora para casa.

Então a segunda irmã experimentou os sapatos e precisou cortar os dedinhos para servir. Novamente o príncipe estava levando ela pro castelo e os pássaros deduraram o sangue. O príncipe voltou para a casa e perguntou se havia outra garota. A madrasta não queria, mas ele a fez chamar Cinderela. O sapatinho serviu e ele reconheceu sua noiva. Assim que as irmãs chegam ao casamento os pássaros que ajudavam Cinderela bicaram seus olhos e as duas ficaram cegas.


Branca de Neve.

Branca de Neve era uma pequena princesa, tinha apenas 7 anos de idade. Uma das mais belas princesas de todos os reinos, mais bonita do que a sua própria mãe, a rainha. A beleza de Branca era tanta, que provocou a ira e a inveja que a sua mãe guardava dentro do peito.

A rainha, nada contente com a beleza da filha, contrata um caçador. Ele deveria levá-la para a floresta, matá-la, e trazer o seu coração, fígado, pulmões e uma jarra com o seu sangue. 

O caçador leva a pequena Branca para a floresta mais próxima do castelo. Ao ver a fragilidade da garotinha, o caçador a deixa fugir. Para que não fosse morto pelas mãos da rainha, o caçador mata um javali, e leva os seus órgãos e a jarra de sangue para a mesma.

A pequena Branca foge, e acha uma pequena casa. Bate na sua porta, e um pequeno homem aparece. O mesmo a pergunta o que aconteceu, e compreensivo, a deixa morar na sua casa, junto com seus seis irmãos. Em troca da estadia, a pequena Branca teria que lavar, passar, cozinhar e arrumar toda a casa.

A rainha acaba descobrindo a farsa do seu cúmplice, e vai fazer o serviço sujo com as próprias mãos, achando a localização da sua filha. Levava consigo um pequeno punhal. 

Um dos anões a deixam levar a sua filha novamente para o castelo. Chegando lá, a rainha levanta o punhal e o crava no peito da Branca. Com o grito da criança, alguns dos serviçais avisam ao rei, que rapidamente prende a rainha, condenando-a a dançar com sapatos de ferro cheios de brasas até a sua morte.